A FIV é uma biotecnologia utilizada como alternativa para acelerar a produção de bovinos geneticamente superiores. Junto à inseminação artificial e à transferência de embriões, a fecundação in vitro é uma técnica responsável pela rápida progressão genética, principalmente em animais de produção.
A evolução da biotecnologia nos últimos anos proporcionou o avanço da FIV para um uso em maior escala. A sexagem de sêmen também contribuiu para isso. Uma paleta de sêmen de um touro com alto valor genético ou até mesmo de um animal já desaparecido pode ser utilizada em um maior número de fêmeas. Atualmente, a taxa de prenhes dos embriões congelados está entre 35% e 40%. Já a do embrião a fresco é de 48%.
A FIV permite que uma matriz produza centenas de bezerros em um mesmo ano. Esta técnica permite evitar o descarte precoce de fêmeas geneticamente privilegiadas, portadoras de alterações adquiridas que impeçam que a reprodução ocorra de forma natural.
A fertilização in vitro de embriões bovinos (FIV) tem proporcionando ganhos antes inimagináveis no setor. A biotecnologia consiste no desenvolvimento destes embriões de forma assistida em laboratório, para posterior transferência ao animal receptor.
Com a utilização da biotecnologia da FIV a Agropecuária do Campo projeta uma intensificação na produção de touros com alto valor genético, e com isso poderá ofertar ao mercado um numero maior de animais, tendo também maior participação em feiras e leilões pelo Brasil.
Na atual estação de monta foram utilizadas material genético de 23 doadoras da Agropecuária do Campo, sempre sendo acasaladas com os touros de destaque do cenário nacional e dentre eles o atual destaque do PNAT 2017 HISQUIMO DA CAMPO BELO, que hoje faz parte da bateria de raçadores da Alta Genetics. Outro acasalamento de destaque na atual estação é do touro REM USP x CAMIRA DA CAMPO BELO, acasalamento este que seu produto será irmão próprio do HISQUIMO, sendo que prenhezes já confirmadas e sexadas deste acasalamento serão ofertadas em leilões da raça.